02 outubro 2010

ao (meu) lado


Lado a lado
Em cada contorno
Da tua sombra
Serás um campo infinito para eu olhar
Nas delongas do tempo
De onde crescem as arvores
E as raízes.
Lado a lado,
Entrelaçamos vontades
De querer perpétuo
O desabrochar das flores

Aprendi a fala do amor
Não sei outra língua
E ao teu lado ,
Nem sequer sei balbuciar dor
Ou outra palavra que reste
Do bálsamo ou do prazer
De ao teu lado,
Ter esta insolente e arrebatada cor!
(tela de Olga Sotto)

13 comentários:

Manu disse...

Olá Ausenda!
Ando eu a bisbilhotar a tua ausência e eis que te encontro logo à porta de casa,eheheh.
É bom ver-te de volta ao convívio das letras e com a mesma chama de sempre.
BEIJO GRANDE

tossan® disse...

Teus poemas sempre me encantam. Poesia Pura! Beijo

Natalia Nuno disse...

Hoje iniciei minhas visitas por aqui também, e não podia deixar de te ler, me encanta tua poesia, agora te tenho aqui mais perto, virei mais vezes.

Beijinho minha amiga
natalia nuno

A.S. disse...

Nas tuas palavras me afundo com prazer... e nelas naufrago!...


Beijos
AL

Eduardo Aleixo disse...

Linda é a tua cor
a do amor
Leve te seja
o caminho
sem dor
Lado a lado
mão na mão
ombro a ombro
és flor
sorriso
esplendor.
-
Beijos

Céci disse...

Ola Amiga Ausenda!

Só conseque escrever assim quem muito ama!

Adorei

Bjinhos

Céci

© Piedade Araújo Sol disse...

e que bem sabes tu cantar o amor.

muito bom o poema.

um beij

poetaeusou . . . disse...

*
Lado a lado,
aprendi a falar de amor,
belo,
,
conchinhas
,
*

José disse...

Já nos tinham-mos encontrado por aí
e hoje vejo com muita satisfação minha, que somos quase vizinhos.
Vou seguir o seu blogo, para não perder o rastro.

José.

rouxinol de Bernardim disse...

Ausenda:

Aqui vim pela primeira vez... e... gostei.

Enfim, a magia de uma sensibilidade estética e de um arrebatamento çiterário pouco comum!

© Piedade Araújo Sol disse...

passei e deixo votos de bom domingo.

um beij

Virgínia do Carmo disse...

Belíssima e brilhante, a tua cor!

Beijinhos

Eduardo Aleixo disse...

Passei por aqui e tenho saudades dos tempos em que te via contente defrontando o tempo agreste.
Continuo ao teu lado.
Sequioso sempre da tua bela poesia.