17 maio 2010

uma cor



No calar da chuva

e no silêncio do vento

Há sempre um mar

Que corre para um lugar

De aconchego, quente

ardente

Corre para os braços

Do verde dos sargaços

Pintando dessa cor

Todo o sentido

do meu amor...!

(tela de Rosa Goulart)

17 comentários:

Maria disse...

Um mar que, afinal, acabamos por ser todos...

Beijo.

Nilson Barcelli disse...

Belíssimo poema. Gostei imenso das tuas palavras.
Querida amiga, parabéns por este magnífico poema.
Um beijo.

© Piedade Araújo Sol disse...

e os sargaços
beijam a areia
e
o mar emabala
e
cala
o espelho da água
e
do poema!

belissimo poema

beij

Graça disse...

Lindo, sim, lindo...


Um beijo, Ausenda.

pin gente disse...

corremos, talvez sempre, para o mar.
bonito o teu poema
abraços

Anónimo disse...

querer ser , pode ser migrar...
do centro salino e quente ,
larvas de pensamentos
de costas transatlanticas
amadurediçidas, fecundas
encontram nas correntes
um fim no infinito de ser...
abraço poetisa

mariam disse...

Ausenda,

Sempre belos os teus poemas, e as imagens com que os 'emolduras'.

é um gosto renovado aqui voltar.

beijinhos e um sorriso meu :)
mariam

© Piedade Araújo Sol disse...

um beijo

Natalia Nuno disse...

Um mar cheio de sonhos, embalados
na doçura do amor.
Que bem me sinto quando contigo me
encontro.

beijinho grande

Virgínia do Carmo disse...

Tonalidades fortes se bebem do amor...

Beijinho

Ava disse...

Que cor podemos dar ao amor?
Aqui é o verde dos sargaços...

Um poema que escorre emoção, e que enche o coração de doces sentimentos.


Beijos!

Ava disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
© Piedade Araújo Sol disse...

à falta de novo post deixo o meu beijo.

Céci disse...

Ola Amiga Ausenda!

Tal como o amor o teu poema, tem cheiro e cor.

Bjinhos

Céci

gabriela r martins disse...

verde como a esperança.....


.....na cor que te embala o poema





.
um beijo

A.S. disse...

Verde é o poema, a cor.
Verde é também a esperança,
maduro será o amor
no verde mar que se alçança...


Beijos, Ausenda!

AL

António Garrochinho disse...

no amor há sempre um mar que recebe os ventos que o acariciam e ele responde ás caricias nas ondas de cambraia que vêm obter respostas de quem quer amar.
no amor há sempre um rio o das palavras que se vão juntar aos corais e ás estrelas para colorir o abismo e cantar serenatas ás sereias.